{"id":27316,"date":"2023-02-14T18:07:31","date_gmt":"2023-02-14T21:07:31","guid":{"rendered":"https:\/\/p31noticias.com.br\/?p=27316"},"modified":"2023-02-14T18:07:31","modified_gmt":"2023-02-14T21:07:31","slug":"seis-historias-de-quem-encontrou-um-horizonte-de-dignidade-com-o-minha-casa-minha-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/?p=27316","title":{"rendered":"Seis hist\u00f3rias de quem encontrou um horizonte de dignidade com o Minha Casa, Minha Vida."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Opresidente Lula anuncia nesta ter\u00e7a-feira, 14\/2, em Santo Amaro (BA),\u00a0<strong><a class=\"internal-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.gov.br\/planalto\/pt-br\/acompanhe-o-planalto\/noticias\/2023\/02\/na-bahia-lula-entrega-2-745-unidades-do-minha-casa-minha-vida-retoma-faixa-1-do-programa-e-anuncia-2-milhoes-de-moradias-ate-2026\" target=\"_self\" data-tippreview-image=\"\" data-tippreview-title=\"\" data-tippreview-enabled=\"false\" rel=\"noopener\">a retomada do Minha Casa, Minha Vida, e aproveita o an\u00fancio para a entrega de 2.745 unidades habitacionais finalizadas. A meta do Governo Federal \u00e9 contratar, at\u00e9 2026, dois milh\u00f5es de moradias<\/a><\/strong>. Muito mais do que n\u00fameros e cifras de investimento, a casa pr\u00f3pria muda horizontes, cria perspectivas e delimita uma nova trilha para muitas trajet\u00f3rias que at\u00e9 ent\u00e3o eram pautadas por priva\u00e7\u00e3o e aus\u00eancia de dignidade. Conhe\u00e7a algumas delas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Santo Amaro (BA)<br \/>\nValberta: \u201cMuda tudo! \u00c9 dignidade, \u00e9 autoestima, \u00e9 valoriza\u00e7\u00e3o\u201d<\/b><\/p>\n<blockquote class=\"pullquote\"><p>Cansei de escolher entre aluguel, luz, \u00e1gua ou comida. Ter um lugar seu muda tudo.\u00a0\u00c9 dignidade, qualidade de vida e conforto&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Valberta Maria de Santana tem 57 anos e foi m\u00e3e solo em Santo Amaro (BA) durante anos, desde que saiu de um casamento abusivo com hist\u00f3rico de viol\u00eancia dom\u00e9stica. \u201cFugi para n\u00e3o morrer\u201d, resumiu. Passou a trabalhar nas ruas vendendo bolos e lanches pra criar as tr\u00eas filhas que, na \u00e9poca, tinham 12, 10 e oito anos. Morou de favor e trocou de resid\u00eancia v\u00e1rias vezes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA gente que mora de aluguel a vida inteira fica num ciclo de pagar e dever. O tempo todo mudando. Cansei de escolher entre aluguel, luz, \u00e1gua ou comida\u201d, contou a aut\u00f4noma. Ainda assim, com toda a dificuldade, as filhas estudaram, cresceram, est\u00e3o casadas e vivem bem com os maridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 por isso que olhar o bloco 21 do Residencial Vida Nova Sacramento, em Santo Amaro (BA), tem significado t\u00e3o especial para Valberta. Contemplada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, ela espera apenas as \u00faltimas burocracias para entrar no apartamento de dois quartos, sala, cozinha, banheiro, com lavanderia e instala\u00e7\u00f5es completas. Vai viver l\u00e1 ao lado do marido, um mototaxista, e do cachorro Chico. \u201cO Chico \u00e9 um anci\u00e3o boa pra\u00e7a que vive conosco desde 2011\u201d, brincou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEstou feliz demais. Muito agradecida, porque isso muda tudo. \u00c9 dignidade, autoestima, valoriza\u00e7\u00e3o, qualidade de vida e conforto\u201d, listou a baiana nascida em Santo Amaro.\u00a0Na cidade baiana, 684 unidades habitacionais ser\u00e3o entregues nesta ter\u00e7a, 14\/2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Aparecida de Goi\u00e2nia (GO)<br \/>\nCeildes Rodrigues: \u201cSem casa, eu tinha perdido a minha raiz\u201d<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A diarista Ceildes Rodrigues da Silva, de 46 anos, \u00e9 do tipo que n\u00e3o pensa duas vezes para se desdobrar pelos filhos. Quando Ryvian, seu mais velho, sofreu um acidente na escola em Rio Branco, no Acre, o diagn\u00f3stico de um grave traumatismo craniano gerou uma jornada migrat\u00f3ria rumo \u00e0 capital goiana. Ceildes foi informada de que os especialistas de que o filho necessitava estariam dispon\u00edveis na rede p\u00fablica em hospitais do Centro-Oeste. Vendeu tudo e embarou com Ryvian, 16 anos, e Ryan, de 14.<\/p>\n<blockquote class=\"pullquote\"><p>Ao ficar sem casa eu tinha perdido a minha raiz. Eu n\u00e3o tinha esperan\u00e7as de recuper\u00e1-la. Agora poderei oferecer, novamente, uma vida digna aos meus filhos. Hoje choro n\u00e3o mais de preocupa\u00e7\u00e3o, de tristeza, mas de felicidade&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cCheguei a Goi\u00e2nia sem nada. Vendi casa, m\u00f3veis, tudo, porque precisava de recursos para me mudar e ficar dedicada ao tratamento do meu filho. Ele estava em estado muito grave de sa\u00fade. Ele quase morreu no Acre\u201d, relata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante o longo per\u00edodo de recupera\u00e7\u00e3o de Ryvian, a fam\u00edlia chegou a morar numa casa de apoio ao lado de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua. \u201cDepois nos deram um quarto separado em raz\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o delicada do meu filho\u201d.\u00a0 Quase um ano depois da mudan\u00e7a, ela conta que, com o filho em melhores condi\u00e7\u00f5es, conseguiu arrumar um emprego e foi morar de aluguel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEu confesso que n\u00e3o tinha mais perspectiva de, um dia, ter condi\u00e7\u00f5es para comprar uma casa pr\u00f3pria. Eram muitas despesas de sa\u00fade e o sal\u00e1rio de diarista n\u00e3o era o suficiente\u201d. Nessa trilha, ela conheceu o movimento \u201cQuem tem casa tem raiz\u201d, uma ONG que atua na cidade para reivindicar moradia digna para as pessoas em situa\u00e7\u00e3o de exclus\u00e3o social. Foi por meio dessa mobiliza\u00e7\u00e3o que eles tiveram acesso ao Minha Casa, Minha Vida. A fam\u00edlia vai receber a chave da casa nos pr\u00f3ximos dias, no Condom\u00ednio Sebasti\u00e3o Vieira, em Aparecida de Goi\u00e2nia (GO). Na cidade, 300 fam\u00edlias ser\u00e3o contempladas nesta ter\u00e7a, 14\/2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA casa pr\u00f3pria era um sonho que eu j\u00e1 havia abandonado. Agora voltei a viver, a sorrir e a sonhar novamente\u201d, afirma Ceildes. \u201cAo ficar sem casa eu tinha perdido a minha raiz. Eu n\u00e3o tinha esperan\u00e7as de recuper\u00e1-la. Agora poderei oferecer, novamente, uma vida digna aos meus filhos. Hoje choro n\u00e3o mais de preocupa\u00e7\u00e3o, de tristeza, mas de felicidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na cidade de Aparecida de Goi\u00e2nia (GO), 300 fam\u00edlias ser\u00e3o contempladas nesta ter\u00e7a, 14\/2, no condom\u00ednio Sebasti\u00e3o Vieira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Contagem (MG)<br \/>\nGabriela Zeni: \u201cQuem casa, quer casa\u201d<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O roteiro \u00e9 conhecido de muitos brasileiros. A mineira Gabriela Zeni se tornou \u201cn\u00f4made\u201d pela necessidade em Contagem (MG). Cresceu sem um lar fixo ou estrutura de suporte, e por isso precisou se acostumar a chamar situa\u00e7\u00f5es improvisadas de lar. \u201cNunca vivi a experi\u00eancia de morar no que era meu. N\u00e3o tinha estabilidade na vida. Sempre tinha que me mudar por dificuldades financeiras\u201d, contou Gabriela.<\/p>\n<blockquote class=\"pullquote\"><p>Nunca vivi a experi\u00eancia de morar no que era meu. N\u00e3o tinha estabilidade na vida. Sempre tinha que me mudar por dificuldades financeiras\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa caminhada, morou de favor e algumas vezes em casa de familiares. \u201cTentava sair, ter meu canto, pagar aluguel, mas as dificuldades financeiras me obrigavam a voltar \u00e0 casa dos meus av\u00f3s\u201d, relatou. O mais pr\u00f3ximo de uma casa pr\u00f3pria at\u00e9 ent\u00e3o tinha sido uma constru\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o popular Darcy Ribeiro, em Contagem, mas tiveram de sair porque a resid\u00eancia foi demolida por estar em \u00e1rea de risco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cFoi a\u00ed que criamos um movimento social com moradores para reivindicar uma solu\u00e7\u00e3o junto \u00e0 prefeitura. A\u00ed nos cadastraram no Cad\u00danico e no Minha Casa, Minha Vida e conseguimos ser contemplados. Foi uma felicidade enorme para todos n\u00f3s\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A conquista da casa pr\u00f3pria possibilitou, ainda, outro sonho: se casar no civil com o marido, Devidson Alves de Lima. \u201cAntes \u00e9ramos casados apenas na igreja. A perspectiva de termos o nosso lar com o Minha Casa, Minha Vida nos estimulou a nos casar tamb\u00e9m no cart\u00f3rio. Hoje, temos o nosso lar. Afinal, quem casa quer casa\u201d, brincou. Ela diz que o MCMV fortaleceu v\u00ednculos familiares. \u201cO relacionamento melhorou e tamb\u00e9m a rela\u00e7\u00e3o com os parentes. Todos ficam felizes pela conquista\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Contagem, ser\u00e3o entregues nesta ter\u00e7a, 14\/2, nos residenciais Icaivera 1 e 2, 600 unidades habitacionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Aparecida de Goi\u00e2nia (GO)<br \/>\nBeatrice: refugiada, haitiana e dona da pr\u00f3pria casa<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cComo refugiada, negra e m\u00e3e independente, nunca imaginei que conseguiria conquistar a casa pr\u00f3pria no Brasil\u201d. A frase \u00e9 de Beatrice Robelin, estudante de psicologia de 46 anos, haitiana e refugiada. Ela deixou o pa\u00eds caribenho para trabalhar no Brasil e tentar ajudar a fam\u00edlia que ficou l\u00e1. Atualmente, vive em Aparecida de Goi\u00e2nia (GO).<\/p>\n<blockquote class=\"pullquote\"><p>Como refugiada, negra e m\u00e3e independente, nunca imaginei que conseguiria conquistar a casa pr\u00f3pria no Brasil\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO meu ex-marido ficou no Haiti com nossos dois filhos. Na medida do poss\u00edvel, com todas as dificuldades, envio dinheiro a eles. Mas tenho um filho, Benjamin, de sete anos, que nasceu no Brasil e cuido dele sozinha. \u00c9 uma grande batalha\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo com dificuldade para sobreviver \u2013 morando de aluguel em locais prec\u00e1rios desde a imigra\u00e7\u00e3o \u2013 ela sempre procurou estudar para conquistar o ensino superior e melhorar de patamar de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cCheguei a conseguir bolsa de estudos para cursar medicina numa faculdade privada de Goi\u00e1s, mas eu era a \u00fanica negra na sala de aula. N\u00e3o me sentia bem. O preconceito no Brasil ainda \u00e9 forte, mesmo que silencioso. Era claro que eu n\u00e3o era bem-vinda no ambiente. A\u00ed fui estudar psicologia com bolsa de estudos em outra faculdade particular, onde havia mais diversidade racial na institui\u00e7\u00e3o e eu me sentia melhor\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra barreira com a qual Beatrice teve de lutar \u00e9 a lingu\u00edstica. Ela aprendeu portugu\u00eas fazendo Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos, e conta que nunca imaginou que conquistaria o direito \u00e0 moradia no pa\u00eds. \u201c\u00c9 a realiza\u00e7\u00e3o de um grande sonho. Desde o cadastro no MCMV foi uma espera de sete anos, mas valeu muito a pena. Agora terei condi\u00e7\u00f5es de oferecer uma vida mais digna para os meus filhos\u201d, afirma.Na cidade de Aparecida de Goi\u00e2nia (GO), 300 fam\u00edlias ser\u00e3o contempladas nesta ter\u00e7a, 14\/2, no\u00a0condom\u00ednio Sebasti\u00e3o Vieira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Lauro de Freitas (BA)<br \/>\nTatiana: das cinzas ao recome\u00e7o<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A trilha de Tatiana Silva dos Santos nunca foi trivial em Lauro de Freitas (BA). Portadora de uma doen\u00e7a autoimune e m\u00e3e de dois filhos adolescentes, um de 13 e outro de 17 anos, ela sempre fez de tudo um pouco ao lado do marido para garantir a cria\u00e7\u00e3o dos meninos. Ela como empregada dom\u00e9stica e bab\u00e1, ele como prestador de servi\u00e7os gerais.<\/p>\n<blockquote class=\"pullquote\"><p>Esse momento \u00e9 muito gratificante na minha vida. Ter uma casa nossa, que n\u00e3o \u00e9 de aluguel, e poder dizer isso para os meus filhos, n\u00e3o tem pre\u00e7o&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">A luta da fam\u00edlia, que j\u00e1 era contadinha, no limite, teve um grande rev\u00e9s em 2022. Um acidente dom\u00e9stico com fogo destruiu todos os bens e pertences que acumularam em suas trajet\u00f3rias numa casa de aluguel em que residiam. Desde ent\u00e3o, experimentaram muitas dificuldades financeiras e atualmente moram de favor em um quartinho cedido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 por isso que receber as chaves do Residencial Morada Tropical, em Lauro de Freitas, pelo programa Minha Casa, Minha Vida, mudou completamente o horizonte dos quatro integrantes da fam\u00edlia. \u201cEsse momento \u00e9 muito gratificante na minha vida. Ter uma casa nossa, que n\u00e3o \u00e9 de aluguel, e poder dizer isso para os meus filhos, n\u00e3o tem pre\u00e7o. Foi uma espera que valeu a pena\u201d, afirmou a baiana de 39 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAgora vou ter um lugar para deitar e dizer que \u00e9 meu\u201d, completou. Em Lauro de Freitas, ser\u00e3o entregues nesta ter\u00e7a 205 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, no Residencial Morada Tropical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Jo\u00e3o Pessoa (PB)<br \/>\nManoela da Silva: \u201cEm dez anos terei minha casa quitada\u201d\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Faxinas, bicos, jornadas como flanelinha. A diarista paraibana Manoela Leandro Pereira da Silva, 28 anos, \u00e9 m\u00e3e de tr\u00eas filhos pequenos e sempre enfrentou dificuldades para sustentar a fam\u00edlia. Uma trajet\u00f3ria ainda mais desafiante porque o filho mais velho dela tem Transtorno do Espectro Autista e demanda cuidados espec\u00edficos.<\/p>\n<blockquote class=\"pullquote\"><p>Por ter pouco dinheiro, sempre vivi de aluguel em estruturas prec\u00e1rias. Muitas vezes, dorm\u00edamos num peda\u00e7o de colch\u00e3o no ch\u00e3o e em lugares insalubres, com mofo, bem apertados, mas nunca perdi a esperan\u00e7a de um dia ter a minha casa\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPor ter pouco dinheiro, sempre vivi de aluguel em estruturas prec\u00e1rias. Muitas vezes, dorm\u00edamos num peda\u00e7o de colch\u00e3o no ch\u00e3o e em lugares insalubres, com mofo, bem apertados, mas nunca perdi a esperan\u00e7a de um dia ter a minha casa\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist\u00f3ria dela come\u00e7ou a mudar quando teve acesso ao Centro de Refer\u00eancia de Assist\u00eancia Social (CRAS) da capital paraibana, Jo\u00e3o Pessoa. \u201cL\u00e1 consegui v\u00e1rios benef\u00edcios, desde receber informa\u00e7\u00f5es do Pr\u00e9-Natal, ter acesso ao Bolsa Fam\u00edlia e fazer o cadastro no Minha Casa, Minha Vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEu fiquei oito anos inscrita, mas valeu a pena esperar. N\u00f3s sempre vivemos com dificuldade nesses \u00faltimos 10 anos, mas nunca perdemos a esperan\u00e7a de conseguir a casa pr\u00f3pria\u201d, afirma Manoela, que teve o financiamento subsidiado aprovado no Minha Casa, Minha Vida. Ela pretende se mudar ainda este m\u00eas para a casa nova, que ser\u00e1 no Residencial Vista Alegre 1, em Jo\u00e3o Pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u201cEu sou jovem, 28 anos, tenho muita sorte porque acabarei de pagar tudo em 10 anos \u2013 e com 38 terei minha casa pr\u00f3pria quitada. E uma casa de muita qualidade. \u00c9 muita felicidade, n\u00e3o \u00e9 mesmo\u201d?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">SECOM PR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Opresidente Lula anuncia nesta ter\u00e7a-feira, 14\/2, em Santo Amaro (BA),\u00a0a retomada do Minha Casa, Minha Vida, e aproveita<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":27317,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-27316","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27316","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=27316"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27316\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=27316"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=27316"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mundojuridiconoticias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=27316"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}